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03/01/2026

vai leve
bom dia. primeiro sábado do ano merece uma leitura tranquila, sem pressa. pega um café bem quentinho — sem açúcar, de preferência — e bora para mais uma manhã recheada de notícias por aqui.
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SÁBADO, 3 DE JANEIRO DE 2026
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QUICK TAKES
Abre aspas: "Estamos tentando fazer um bloco onde a nossa proposta seja abraçar a liberdade e enfrentar o câncer do socialismo nas suas diferentes versões: seja o socialismo do século 21 ou o 'woke'" — Milei, ao afirmar que vai criar bloco de direita na América do Sul
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NA EDIÇÃO DE HOJE
🚨 Explosões são ouvidas nesta madrugada na Venezuela
🇧🇷 Tour pelas principais notícias do Brasil
🤑 Por que as marcas voltaram a apostar na Avenida Paulista
🤳 Reels pode alcançar receita superior a da Nike em 2026
🛳️ Viagens de cruzeiro de luxo viram tendência entre os mais ricos no Brasil
✈️ O imposto que pode expulsar bilionários da Califórnia
🎙️ Sem tempo para ler? Ouça o podcast da edição de hoje.
🎟️ Quer impulsionar sua marca? Saiba como aparecer no the news aqui.
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BREAKING
Maduro acusa os EUA de atacar a Venezuela

(Imagem: LUIS JAIMES | AFP via Getty Images)
Por volta das 2h da manhã no horário local, moradores de Caracas relataram ao menos 7 explosões, além de aeronaves voando baixo sobre a capital venezuelana. Clique aqui para ver.
Segundo testemunhas, colunas de fumaça saíam de áreas estratégicas como a base aérea de La Carlota e o complexo militar de Fuerte Tiuna.
Pouco depois, Maduro acusou diretamente os Estados Unidos de promoverem uma “agressão militar” contra instalações civis e militares também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
Até o momento do envio desta edição, Washington não confirmou a autoria dos ataques. Porém, fontes com acesso às discussões internas dizem que a operação teria sido ordenada por Trump. O plano, inclusive, é que os ataques tivessem ocorrido no Natal.
O pano de fundo do conflito não é novo
Desde agosto, os EUA intensificaram a pressão sobre o regime de Maduro, elevando para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levem à sua prisão e reforçando a presença militar no Caribe.
Oficialmente, o discurso é o combate ao narcotráfico. Nos bastidores, autoridades americanas admitem que o objetivo final pode ser asfixiar o regime — e, até mesmo, forçar uma mudança de governo.
Além disso, nos últimos meses, os EUA apreenderam petroleiros, impuseram bloqueios e atacaram embarcações que dizem estar ligadas a cartéis de drogas. Já são 35 ataques conhecidos, com ao menos 115 mortos.
Não por acaso: a Venezuela concentra as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, cerca de 17% do total global.
Em novembro, Trump e Maduro chegaram a conversar por telefone, mas as negociações não foram adiante. Ontem, o líder venezuelano declarou estar aberto a negociações com os americanos.
Acompanhe todas as atualizações desse caso nas nossas redes sociais.
BRASIL
As principais notícias do primeiro sábado de 2026 por aqui

(Imagem: Arthur Max | MRE)
Mais uma prisão decretada. Moraes ordenou a prisão de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, que estava em prisão domiciliar após ser condenado a 21 anos por tentativa de golpe de Estado. Segundo o ministro, Filipe teria descumprido a proibição de usar redes sociais ao acessar o LinkedIn na última segunda-feira.
BIG TECH investigada. O Cade abriu um inquérito para investigar a Microsoft por possíveis práticas anticompetitivas em software corporativo e computação em nuvem. A apuração se apoia em conclusões da autoridade britânica, que apontou impactos negativos sobre rivais como AWS e Google.
Falando em investigação… O presidente do Tribunal de Contas da União determinou inspeção técnica em documentos do Banco Master que estão no Banco Central. Técnicos querem checar as bases do relatório que embasou a liquidação.
Saidinha sem volta. Mais de 250 presos que saíram na saidinha de Natal não voltaram aos presídios — quase 14% do total. Entre eles, cinco são de alta periculosidade e 150 têm ligação com o Comando Vermelho.
Emprego em risco? Após ter o mandato cassado por faltas, Eduardo Bolsonaro foi oficialmente convocado a voltar ao cargo de escrivão da Polícia Federal. Se não se apresentar, pode responder por abandono de cargo.
Salas mais vazias. Em 2025, foram 115,7 milhões de ingressos vendidos no cinema brasileiro, uma queda de quase 10% em relação a 2024. A bilheteria de filmes nacionais caiu ainda mais: –11,6%, com o público recuando de 13,5 milhões para quase 12 milhões.
Começando com o pé direito. No primeiro pregão de 2026, o real teve o melhor desempenho do mundo frente ao dólar. A moeda americana caiu 1,19%, encerrando o dia a R$ 5,42.
NEGÓCIOS
Você rola, a Meta fatura

(Imagem: Facebook)
Scrollar a tela do celular assistindo os Reels do Instagram é uma tendência mais do que comprovada. Em média, os usuários passam 27 minutos por dia assistindo Reels. No seu caso, talvez seja até mais.
“Tá, e por que isso importa?”. Fato é que o que começou como uma tentativa de copiar o TikTok tornou-se um dos maiores motores de crescimento da Meta.
Cinco anos após o lançamento, os Reels do Instagram e do Facebook devem gerar mais de US$ 50 bilhões em receita em 2026.
Para se ter ideia, o TikTok deve gerar “apenas” US$ 17 bi, enquanto o YouTube deve chegar aos US$ 46 bi.
Só com os Reels, a Meta pode alcançar um valor maior do que a receita da Coca-Cola em 2024 (US$ 47,1 bilhões) e a da Nike no último ano fiscal.
A virada veio com AI. Segundo Zuckerberg, os sistemas de recomendação passaram a entregar conteúdos mais relevantes, aumentando em 30% o tempo gasto com vídeos no IG ao longo do último ano.
Para isso, o app mudou sua lógica: o feed deixou de priorizar apenas quem você segue e passou a recomendar conteúdos de desconhecidos, aprendendo com cada curtida, pausa e replay — exatamente como o TikTok faz.
Zoom out: Com o engajamento lá em cima, a Meta quer sair do celular. A empresa já testa levar o Instagram para a TV, mirando o espaço que transformou o YouTube no principal player das salas de estar.
VARIEDADES
O ressurgimento da avenida mais conhecida do país

(Imagem: Metrópoles | Reprodução)
A Avenida Paulista já foi decretada morta algumas vezes. Perdeu bancos para a Faria Lima, viu escritórios esvaziarem no pós-pandemia e virou sinônimo de vacância alta e insegurança com o alto índice de assaltos.
Para se ter uma ideia, em 2023, 18% dos prédios corporativos estavam vazios, contra só 6% na Faria Lima.
Mas isso tem mudado desde então. De lá para cá, a vacância caiu para 7,8%, puxada pela volta do trabalho presencial e, principalmente, pelo retorno de empresas para o endereço — casos de Petrobras e Bradesco Seguros.
Com mais empresas e a taxa de criminalidade caindo mais de 30%, grandes lojas-vitrine passaram a integrar a avenida, desde lojas-conceito da Dexco a marcas populares como Torra e Lojas Mel.
No mês passado, chegaram a Livraria da Vila e a Galeria Magalu — esta última com expectativas de que a unidade venda o equivalente a 10 lojas tradicionais, impulsionada pelos 1,5 milhão de pessoas que passam ali todos os dias. | ![]() (Imagem: Magalu) |
A Paulista não voltou a ser o centro financeiro do país como era nos anos 2000, mas tem se reinventado para retomar a sua relevância.
APRESENTADO POR LITTLE BEAN
Uma meta para 2026:
Mudar do café de supermercado para um café de qualidade é um caminho sem volta. A diferença? O sabor é doce, porque é 100% café, sem as impurezas que deixam o gosto amargo.
Mas comprar café bom é uma tarefa complexa, palavras difíceis e mil opções.
Se você quer uma opção confiável, tão boa que dá para beber sem açúcar, conheça o Little Bean (o nosso café). É só escolher entre Tradicional, Caramelo e Banoffee e receber na porta de casa.
São 4 mil clientes, nota 4,7★ e 14 dias para testar em casa. Não gostou? Devolvemos seu dinheiro.
Para você não ter mais que escolher café, comprando 3 pacotes, o 4º sai totalmente grátis. Clique aqui para pegar o seu! Válida enquanto durar o estoque.
TENDÊNCIA

(Imagem: MSC World)
O turismo global já virou a página da pandemia e entrou em modo crescimento. A demanda voltou com força — e com preços mais altos — impulsionada por consumidores dispostos a gastar mais em experiências completas, não só em passagens e hotéis.
É nesse cenário que os cruzeiros de luxo começam a ganhar tração entre brasileiros de alta renda, especialmente em rotas pela Ásia.
Viagens pelo Japão, com paradas em Coreia do Sul, Singapura e Hong Kong vêm se consolidando como um novo objeto de desejo.
O contexto ajuda a explicar o movimento. O mercado de cruzeiros no Brasil já vinha em expansão, com quase 840 mil passageiros na temporada 2024/25.
Os roteiros premium surgem como um produto cada vez mais desejado por quem busca viagens longas, confortáveis e com alto nível de serviço.
Na prática, esse movimento revela duas tendências claras:
Menos turismo tradicional, mais experiência: o viajante de alto poder aquisitivo busca roteiros que combinem cultura, gastronomia e praticidade, sem abrir mão de serviço cinco estrelas.
Luxo com curadoria: cruzeiros de 10 a 15 dias entregam imersão cultural sem o desgaste de muitos deslocamentos.
Além dos destinos asiáticos, o mercado de luxo marítimo também registra forte procura por itinerários no Mediterrâneo e por cruzeiros de volta ao mundo, com vagas esgotando cada vez mais cedo para as próximas temporadas.
ECONOMIA
‘California love’ acabou entre os bilionários?

(Imagem: Reuters)
Uma proposta de taxação na Califórnia já está mexendo com o humor — e o endereço — dos super-ricos.
O plano prevê um imposto único de 5% sobre ativos de quem tiver patrimônio acima de US$ 1 bilhão e residir no estado em 1º de janeiro de 2026.
A medida afetaria ativos como ações, obras de arte e propriedades intelectuais — e bilionários teriam cinco anos para pagar. Para muitos, a ameaça já é motivo suficiente para buscar refúgio em outros estados.
Investidores como Chamath Palihapitiya, fundador do Social Capital, afirmam que conhecidos seus — com até US$ 500 bilhões em patrimônio coletivo — já deixaram o estado.
Já nomes como Peter Thiel, cofundador do PayPal e um dos primeiros investidores do Facebook, e David Sacks, czar de inteligência artificial do governo Trump, anunciaram recentemente expansão de operações no Texas e na Flórida.
Por que isso importa? O estado concentra cerca de 255 bilionários, mais do que qualquer outro nos EUA, além de que mais de 1/3 da arrecadação vem do 1% mais rico.
Os defensores da medida afirmam que a arrecadação poderia chegar a US$ 100 bilhões, ajudando a financiar o sistema de saúde estadual. Já críticos falam que o modelo poderá acarretar instabilidade fiscal.
Looking forward: A proposta ainda precisa de assinaturas para ir a voto e enfrenta oposição do próprio governador Gavin Newsom, do Partido Democrata.
PROGRAMA DE INDICAÇÃO
Você é do tipo que gosta de ir além?

Se sim, temos um convite para você. Ler o the news todos os dias já te deixa (muito) bem informado, mas, além das nossas edições diárias, você também pode começar a receber mensalmente uma edição especial.
O nosso recap mensal é um resumão caprichado com o que realmente importou, o que mudou o jogo e o que você precisa levar pra frente de cada mês.
🤝 Here’s the deal: esse conteúdo é exclusivo pra quem participa do nosso Programa de Indicação.
Quer receber o recap de dezembro (e já deixar garantidos os próximos de 2026)? É simples: indique o the news para pelo menos 1 amigo, usando seu link pessoal até amanhã às 18h.
EXTRA
Vocês perguntaram, nós respondemos
Vocês pretendem fazer um IPO? Não sei se é possível, mas eu compraria ações com orgulho! — Dyonathan Carrilho Sant’ana
Pelos próximos 10 anos, não. No futuro, quem sabe…
O jornalismo sobreviverá a IA? Ou passará por adaptações? — Eliseo Veiga
Depende o que você quer dizer com “jornalismo”. A necessidade de ter informações continuará existindo. A dor continuará latente na sociedade. O ponto é o como. Pense no setor de locomoção. A dor de “chegar do ponto A ao ponto B” continua existindo. Antes, cavalos a supriam. Então vieram os carros. Daqui a pouco, pode vir outra novidade. Mas a dor é a mesma. Todos os setores passaram e passarão por isso. Ao nosso ver, o jornalismo não é especial ou exceção.
Compartilhar notícias não se trata de um simples copia e cola. Há peso e consequências. Qual vocês acham que é a maior responsabilidade de vocês, enquanto mídia de grande alcance? E qual é o maior desafio que vocês enfrentam nessa tarefa? — Andre Calil
Nossa maior responsabilidade é conseguir comunicar de maneira objetiva e inteligente. Ir além do óbvio sem exigir tanto tempo do leitor. O ponto de ser “mídia de grande alcance” não muda em nada. Escrevemos nosso jornal diariamente como se estivéssemos fazendo o produto para nós mesmos. Nossa lista poderia ser apenas “family&friends” ou o país inteiro… O produto é o mesmo. Se tivéssemos 100x menos alcance, agiríamos da mesma maneira.
Quais são os planos do the news para 2026? Teremos grandes surpresas? — Carlos
Sim. Voltadas principalmente para nossa audiência mais fiel. Quem mais nos ajudou e nos ajuda até hoje a continuar crescendo. Nosso maior foco é nesse grupo atualmente. Sem spoilers, mas as principais novidades vão além da newsletter.
Gostaria de saber onde começou e quando a ideia de criar o the news com esse formato. — Julia
A história é longa. Nosso CEO empreendia em outro mercado, que paralisou com a pandemia. Foi então que, naquele icônico março de 2020, ele se viu em um mar de notícias negativas ao assistir aos jornais — assim como todos os brasileiros naquele momento.
Foi então que ele criou um e-mail resumindo as principais notícias do dia, com o lema de deixar os leitores bem e informados — e não só bem informados.
O formato newsletter ainda se resumia praticamente a e-mail marketing… Quase 6 anos depois, somos a maior newsletter da América Latina, liderando um mercado que cresceu consideravelmente.
Num mundo cada vez mais polarizado, como é criar diariamente um conteúdo que não seja interpretado como tendencioso e o quanto de imparcialidade vocês conseguem extrair dos acontecimentos para poder criar o The News? — Marco Aurélio Horita
Parece estranho ou meio óbvio, mas o simples fato de ter o objetivo de ser imparcial é o primeiro grande passo. Muitos por aí dizem ter, mas não levam esse princípio a sério no “chão da fábrica”. Nós levamos.
O Brasil tem chances em não ser um país envolto em corrupção? — Elaine
Se não acreditássemos nisso não estaríamos aqui todos os dias às 06:06, pode ter certeza. O objetivo é deixar um país melhor para nossos filhos, ou, pelo menos, para nossos netos.
O termômetro de imparcialidade de alguma maneira influencia as edições seguintes do The News? — Luiz Lara
Em nada. O termômetro surgiu da ideia de darmos a cara a tapa para vocês. A ideia de ser “auditado” mesmo.
Nunca tínhamos parado para pensar nisso, mas, curiosamente, o termômetro é sempre a última coisa que inserimos na edição.
Plus: No fim do dia, ele vira uma forma de vocês entenderem como outros leitores estão enxergando nossas notícias — gerando mais senso crítico e troca de visões para todos.
Quais os 5 hábitos para conquistar um ano melhor vocês recomendam em 2026? — Marina
Não nos consideramos especialistas nisso. Talvez seja um bom pontapé listar as 5 áreas relevantes da sua vida (exemplo: trabalho, família, estudos, saúde, lazer) e colocar um hábito para cada uma delas.
O que motiva o time do the news a fazerem o melhor jornalismo digital do Brasil? — Morgana
Tornar o Brasil um país mais inteligente.
O que o brasileiro precisa fazer diferente em 2026 para viver o que realmente importa? — Marcos Inocencio
Não pensar no que o “brasileiro precisa fazer”, mas no que “eu preciso fazer”. Se quiser ir além e subir o nível, pense: “o que eu posso fazer diferente pelos brasileiros”.
Faça diferente primeiro você. Se todos pensassem assim, seria um bom início.
OPINIÃO DO LEITOR
Alguns comentários de leitores sobre a edição de ontem:
(Imparcial) “sendo sincera, não achei parcial para nenhum dos lados (sobre a política). acho mesmo que as pessoas que votaram "parcial para _" deveriam aprender a ler e a interpretar. Até porque quando se faz uma votação, o papel de vocês é realmente divulgar os resultados 🤷🏻♀️. A culpa é de vocês se a maioria acha que o Alexandre de Moraes não vai sofrer impeachment e que o Bolsonaro vai continuar preso? Tipo? Enfim, assinei o the news há pouco tempo, mas gosto bastante, principalmente pq reúne todas as notícias de maneira mais simples. (…)”
(Esquerda) “Hoje só faltou a foice e o martelo no logo do jornal.”
(Direita) “Matéria bem tendenciosa sobre migração dos bilionários para o Paraguai”
(Extra) “Tenho certeza de que vão puxar a seção das previsões como parcialidade, sendo que isso é apenas o que as pessoas acham que vai acontecer kkkk”
(Extra/2) “Parabéns! A palavra "Trump" finalmente não foi citada em nenhum momento na edição. Um grande marco na história deste jornal.”
(Extra/3) “Rindo alto com a pesquisa, Brasil Campeão da Copa do Mundo Ksks, a esperança é a última que morre mesmo.'“
Na sua visão, a edição de hoje foi imparcial? |
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