11/05/2026

vai pra cima

bom dia. o que você evita encarar é exatamente o que mais te prende. quanto mais você adia, mais isso te consome. não permita que o medo te impeça de crescer. enfrente-o com coragem.

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SEGUNDA-FEIRA, 11 DE MAIO DE 2026
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QUICK TAKES
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NA EDIÇÃO DE HOJE

🇧🇷 Suspensão de produtos da Ypê desencadeia embate político nas redes

🌎 Tour pelas principais manchetes do dia

🏫 Greve e ocupação na USP terminam em confronto com a PM

⌚️ Audemars Piguet aposta em collab para conquistar nova geração

🤑 Ações do Inter caem após investidores questionarem sustentabilidade do banco

🎙️ Sem tempo para ler? Ouça o podcast da edição de hoje.

🎟️ Quer impulsionar sua marca? Saiba como aparecer no the news aqui.

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NEGÓCIOS

Até o detergente virou motivo para discussão política

(Imagem: Reprodução)

A crise envolvendo a Ypê, líder do mercado de limpeza no país avaliado em R$ 3,6 bilhões e 2ª marca mais presente nos lares brasileiros (atrás apenas da Coca-Cola), deixou de ser apenas um tema sanitário para virar um novo “Fla-Flu” da polarização política brasileira.

Explicando: Tudo começou na última quinta-feira, após a Anvisa determinar a suspensão da fabricação e venda de alguns detergentes, desinfetantes e lava-roupas líquidos da marca, especificamente dos lotes com final 1.

  • Segundo os órgãos sanitários, inspeções encontraram falhas em etapas da produção e risco de contaminação microbiológica.

A empresa conseguiu uma liminar suspendendo temporariamente a decisão, mas optou por manter parte da produção parada enquanto ajusta os processos apontados pela Anvisa.

“Tá, e cadê a política nisso?”

No final de semana, perfis de políticos como o do senador Cleitinho, do vice-prefeito de SP, Ricardo Mello Araújo, e de influencers ligados à direita passaram a convocar campanhas públicas de apoio à marca, incentivando consumidores a comprarem produtos da empresa.

A razão é que eles acusam — sem apresentar provas — o governo de usar a Anvisa como instrumento de perseguição política devido ao fato da família dona da Ypê ter doado cerca de R$ 1,5 milhão para a campanha de Bolsonaro em 2022.

A discussão ocorre 5 meses após outra polêmica com uma grande marca. No fim do ano passado, a Havaianas se viu no centro de um debate político por conta de uma campanha interpretada por muitos como apoio à esquerda em ano eleitoral.

O assunto repercutiu tanto que Nikolas Ferreira divulgou ontem o lançamento da “Pé Direito”, nova marca de chinelo cujo embaixador é o deputado.

MUNDO

As principais notícias do início desta semana

(Imagem: AP)

Atualizações do surto de hantavírus. O navio do cruzeiro MV Hondius atracou nas Ilhas Canárias, na Espanha, e passageiros começaram a ser evacuados em aviões militares para quarentena em seus países. Três pessoas morreram e ao menos cinco foram infectadas. A operação envolve viajantes de mais de 20 nacionalidades e deve ser finalizada hoje.

Novas ameaças. Trump afirmou que os EUA precisariam de apenas duas semanas para atingir todos os alvos restantes no Irã e declarou que o país já estaria “militarmente derrotado”. A fala veio após Teerã responder à proposta de paz mediada pelo Paquistão, focada em encerrar o conflito e garantir segurança no Estreito de Ormuz.

Na justiça. A cantora pop Dua Lipa está processando a Samsung em US$ 25 milhões pelo uso de sua imagem em embalagens de televisores sem autorização. Segundo a ação, o pedido para interromper o uso teria sido tratado de forma “desdenhosa”.

Perto do fim. Vladimir Putin afirmou acreditar que a guerra na Ucrânia “está chegando ao fim” e citou avanços nas mediações internacionais. Ainda de acordo com o líder russo, a possibilidade de um encontro com Zelensky em um terceiro país não é descartada.

La Casa de Papel de volta? A Netflix anunciou uma série inédita ligada à franquia, cinco anos após o fim da produção original. Apesar do anúncio, ainda não há detalhes se a série será uma continuação direta da trama original ou irá se basear em histórias de alguns personagens.

APRESENTADO POR TNS BETTER WORK

Pesquisamos 1.466 profissionais CLT sobre IA. O que encontramos foi perturbador.

97% não está satisfeito com o próprio uso de IA no trabalho. Apenas 3 em cada 100 dominam IA na sua área. E o principal obstáculo não é falta de acesso, porque quase metade dos profissionais já tem IA paga pela empresa.

  • O que falta, na prática, é direção: a maioria não sabe exatamente por onde começar, nem como usar IA de forma estratégica no dia a dia.

Você quer ver os dados desses 1.466 CLTs? A tns better work publicou o Raio X de IA no mundo corporativo. Clique aqui para acessar.

BRASIL

Uma madrugada tensa na principal universidade do país

(Imagem: Guilherme Farpa | Reprodução)

Na madrugada de domingo, a Polícia Militar do Estado de São Paulo desocupou a reitoria da Universidade de São Paulo (USP) após cerca de 60 horas de ocupação estudantil — usando bombas de efeito moral, gás lacrimogêneo e cassetetes.

Segundo relatos e vídeos divulgados pelos alunos, policiais formaram um “corredor polonês” na saída do prédio. Estudantes afirmam que ao menos cinco pessoas ficaram feridas durante a ação, que durou cerca de 15 minutos.

A relevância: Com quase 100 mil alunos e responsável por 20% da produção acadêmica nacional, a USP é um dos principais motores de pesquisa e inovação do Brasil.

Afinal, o que está acontecendo?

A ocupação começou na última quinta-feira em meio à greve das universidades estaduais paulistas. O foco inicial era apoiar servidores que protestavam contra reajustes salariais considerados insuficientes, mas o movimento evoluiu para pautas ligadas à permanência estudantil.

  • Impasse financeiro: A principal demanda é o reajuste do auxílio (PAPFE) para R$ 1.804 (salário mínimo paulista). A reitoria ofereceu R$ 912, proposta rejeitada pelos grevistas.

  • Gestão e estrutura: Alunos denunciam a precariedade do Hospital Universitário, falta de funcionários no "bandejão" e problemas estruturais nas moradias.

A reitoria encerrou unilateralmente as negociações antes da invasão, alegando "escalada de violência". Para os alunos, a desocupação forçada sem diálogo prévio sinaliza uma ruptura institucional grave na gestão da universidade.

VARIEDADES

Marca de luxo vendendo relógios a US$ 500?

(Imagem: Audemars Piquet)

Ele nem foi lançado ainda, mas já pode ser considerado o relógio mais comentado do ano. Nos últimos dias, o mercado de relojoaria foi surpreendido com o anúncio da collab entre Swatch e Audemars Piquet.

Batizado de “Royal Pop”, o relógio será lançado no próximo sábado e promete levar o design do lendário Royal Oak para uma classe, digamos, mais acessível.

Um Royal Oak original de aço não sai por menos de US$ 30 mil nas boutiques — isso se você conseguir entrar na lista de espera, que pode demorar até dois anos. Para se ter ideia, no mercado de revenda o valor salta para até US$ 100 mil.

Mas por que uma marca de luxo “desceria de nível”?

Essa é a pergunta que muitos estão se fazendo. Terceira marca suíça mais exportada do mundo, depois de Rolex e Cartier, a Audemars Piguet faturou US$ 2,9 bilhões em 2025 ao vender 53 mil relógios.

Mas a marca quer muito mais. Ao se juntar a Swatch, a AP demonstra o interesse de se conectar com compradores mais jovens, criando uma nova geração de aspirantes à marca.

A aposta não vem do nada. A collab entre Omega e Swatch lançada em 2022 fez com que o MoonSwatch, comercializado por US$ 260, alcançasse quase 4,5 milhões de unidades vendidas nos primeiros 3 anos.

Já em relação à Swatch, a parceria é fundamental. O lucro da empresa caiu de US$ 1,3 bilhão para US$ 335 milhões em 2024 — muito por conta da desaceleração na China. Se o sucesso do Royal Pop for parecido com o do MoonSwatch, a marca pode retornar aos dias de glória.

APRESENTADO POR CARE PLUS OCUPACIONAL

Empresas têm até o fim de maio para cumprir a atualização da lei NR-1

Com a nova lei, promover um ambiente de trabalho seguro e saudável se tornou uma exigência legal: os riscos psicossociais, como o estresse e burnout, precisam ser tratados com ainda mais cuidado.

O momento exige ação e, para isso, você pode contar com a Care Plus Ocupacional: a parceira que garante diagnóstico preciso e implementação eficaz. Com a identificação rápida dos focos de risco psicossocial, um plano de ação é implementado para mitigar passivos legais e proteger sua equipe. As soluções vão desde a atualização do seu PGR até a realização de programas de bem-estar, que reduzem o absenteísmo e aumentam a produtividade.

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ECONOMIA

Por que as ações do Inter estão derretendo?

(Imagem: Banco Inter)

Na semana passada, o Banco Inter reportou lucro recorde de R$ 395 milhões no 1° trimestre do ano — alta de 38% — e atingiu 44 milhões de clientes. Mesmo assim, as ações da fintech caíram 15% em sua maior queda em três anos na Nasdaq.

O que explica isso? Para os investidores, os detalhes do balanço acenderam um alerta vermelho sobre a sustentabilidade, e alguns sinais deixaram isso claro:

  1. Inadimplência: As dívidas com atraso acima de 90 dias chegaram a 5,1%, contra 4,6% há um ano. Para o mercado, como o Inter cresceu rápido demais no crédito — especialmente em cartão e consignado privado — isso pode gerar mais calotes no futuro;

  2. Crescimento acelerado: Embora mantenha capital excedente de R$ 2,1 bilhões na holding, o banco anunciou emissão de R$ 300 milhões em Letras Financeiras Subordinadas. Investidores avaliam que esse cenário pode limitar o ritmo de expansão futura ou exigir novas captações ao longo dos próximos trimestres;

  3. ROE abaixo do esperado: O retorno sobre o patrimônio líquido chegou a 15,5%, mas ainda distante dos mais de 20% que outros bancos como Itaú e Bradesco costumam entregar. Para parte do mercado, o retorno ainda não compensa totalmente o risco da operação;

  4. Dependência cada vez maior do crédito: Enquanto a receita com juros disparou 38%, as receitas de serviços cresceram só 7,9%, abaixo do esperado. Para investidores, o Inter ainda depende mais do crédito do que do seu ecossistema, como investimentos, seguros, marketplace e serviços financeiros recorrentes.

Na visão de analistas do BTG, o Inter está em uma crise de identidade. Não é mais o banco digital mais barato — posto pertencente ao PicPay — nem a franquia premium absoluta — posição agora ocupada pelo Nubank.

APRESENTADO POR CARE PLUS

Plano de saúde é o principal benefício para 81% dos trabalhadores

Para reter bons colaboradores, não basta apenas salários competitivos: é preciso investir em benefícios de grande impacto, como o plano de saúde. E nesse mercado, a Care Plus, plano de saúde premium, oferece soluções completas que vão desde uma rede médica de excelência até soluções digitais. Clique aqui para conhecer o lado plus da saúde.

PARA NÃO FICAR POR FORA
FEATURE MONDAY

Produto bom é aquele que é construído com vocês. Por isso, com base nos feedbacks que recebemos, seguimos lançando toda segunda-feira novas features para deixar o app do the news cada vez mais útil, prático e com a sua cara.

Atualize o app para ver as novidades desta semana, ou baixe ele clicando aqui.

🏋🏻 Hábitos flexíveis: agora você escolhe em quais dias quer cumprir cada hábito. Porque nem todo hábito precisa ser feito 7x por semana pra contar como evolução.

🎙️ Acervo de podcasts: quer ouvir episódios anteriores? O acervo agora está todo lá.

🔥 Streak no podcast: agora, quem escuta os episódios também entra no jogo do streak.

💬 Enquetes no fórum: ler conteúdo é bom. Ver o que a galera está comentando pode ser ainda melhor. Agora, o fórum de discussão tem enquetes sobre as pautas mais quentes do dia.

OPINIÃO DO LEITOR

Alguns votos + comentários de leitores sobre a edição de ontem:

(Imparcial) Leio todos os dias, principalmente os assuntos políticos e considero imparcial. Sinceramente acho cômico quando as pessoas comentam que a redação é esquerdista por não compartilhar fake news ou tacar o pau no governo. Quando vocês precisam abordar algo ruim que o governo fez, é abordado, quando é algo bom também. Problema é que as pessoas querem ler jornais de vertentes políticas as quais seguem e não imparcialidade, isso fica nítido quando se tem uma notícia que evidencia escândalos, corrupção, problemas com a vertente que acreditam.”

(Esquerda) Estão se tranformando numa mídia militante para a esquerda....lamentável

(Direita) Matéria de hoje foi bem disfarçada, mas ainda dá pra notar uma inclinação bolsonarista no meio... e as aberrações das edições passadas ainda sangram os nossos olhos de tanta parcialidade para direita.”

(EXTRA) Vamos, The News, faz um The News Pop para notícias das celebridades, do cinema e essas coisas

Vote abaixo e comente em seguida. Sempre lemos todos.

Na sua visão, a edição de hoje foi imparcial?

RODAPÉ

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