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13/01/2026

seu sonho está à venda?
bom dia. em 2006, o yahoo tentou comprar o facebook por 1 bilhão de dólares — e recebeu um sonoro “não” de zuckerberg. 20 anos depois, ele já vale mais de 1,6 trilhão de dólares. no fim, nada de grandioso se constrói no curto prazo.
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TERÇA-FEIRA, 13 DE JANEIRO DE 2026
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QUICK TAKES
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NA EDIÇÃO DE HOJE
🇨🇺 Por que a queda de Maduro pode quebrar Cuba
💉A nova obsessão do Brasil custa US$ 1,6 bilhão
📦 Shopee, Shein e Temu seguem avançando no Brasil
🚭 A nova febre nas mesas das startups americanas já não é mais café
🇧🇷 O esforço do TCU para esfriar o caso Master
🎙️ Sem tempo para ler? Ouça o podcast da edição de hoje.
🎟️ Quer impulsionar sua marca? Saiba como aparecer no the news aqui.
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MUNDO
Queda de Maduro isola Cuba e coloca em risco o funcionamento do país

(Imagem: Yamil Lage | AFP | Getty Images)
A economia de Cuba já atravessava um momento delicado. Mas com a retirada de Nicolás Maduro do poder na Venezuela, o país pode estar prestes a viver um colapso.
Qual a relação entre os países? Desde os anos 2000, Cuba depende do petróleo subsidiado enviado pela Venezuela para manter o funcionamento básico da nação, como eletricidade e transporte.
Para se ter ideia, a ilha precisa de cerca de 100 mil barris de petróleo por dia para funcionar. Contudo, a produção interna cobre algo em torno de ¼ disso. Assim, o país era dependente da Venezuela, que enviava 26,5 mil barris todos os dias.
O problema é que, desde a captura de Maduro, nenhum carregamento foi enviado à Cuba. Sem o petróleo, apagões longos e frequentes se tornaram rotina, o transporte público tem operado com dificuldades, assim como hospitais, alimentação e turismo.
Para muitos cubanos, é difícil imaginar um cenário pior. A escassez de alimentos, remédios e energia vem alimentando um êxodo recorde, principalmente rumo aos EUA.
A pressão agora vem justamente dos americanos
Nos últimos dias, o presidente dos EUA, Donald Trump, elevou o tom. Disse que Cuba não terá mais acesso ao “petróleo nem ao dinheiro da Venezuela” e sugeriu que o país feche um acordo com Washington “antes que seja tarde demais”.
O presidente cubano Miguel Díaz-Canel afirmou que os EUA “não têm autoridade moral” para impor qualquer acordo e reforçou que a ilha é uma nação soberana.
Além disso, Trump repostou uma mensagem sugerindo que Marco Rubio, filho de imigrantes cubanos, deveria ser “presidente de Cuba”.
Existe plano B? O México surgiu nas últimas semanas como fornecedor alternativo, mas em volumes pequenos. A Rússia mantém entregas limitadas. Mas nenhum país, até agora, se dispôs a substituir a Venezuela como principal fonte de energia da ilha.
BRASIL
iPhones? O que os brasileiros querem mesmo são as canetas

(Imagem: CNN Brasil)
É praticamente impossível não conhecer alguém no trabalho ou na família que não use as famosas canetas emagrecedoras — seja por questões de saúde ou por pura preocupação estética.
Em 2025, o país importou US$ 1,6 bilhão em medicamentos como Ozempic e Mounjaro — um salto de 88% em apenas um ano.
Mas o grande detalhe está aqui: Para efeito de comparação, o valor já supera a importação de celulares, salmão e até azeite de oliva — itens bem mais presentes no dia a dia do brasileiro.

(Imagem: CNN Brasil)
O motivo é simples. Não há produção nacional desses medicamentos, ao menos por enquanto.
A expectativa é que isso comece a mudar com a quebra da patente da semaglutida, o que deve abrir espaço para a produção de genéricos por aqui, reduzindo preços e ampliando — ainda mais — o acesso aos tratamentos.
Estimativas apontam que esse mercado pode saltar dos atuais US$ 1,8 bilhão para algo próximo de US$ 9 bilhões até 2030, com cerca de 15 milhões de usuários.
Mas há também o efeito colateral
Enquanto as farmacêuticas miram os bilhões deste mercado, outros setores podem sofrer com as “canetadas” dos medicamentos.
Estudos mostram que usuários desses medicamentos reduzem o consumo de doces, biscoitos, salgadinhos e bebidas alcoólicas. Na prática, esse modelo de emagrecimento pode virar uma dor de cabeça para vários setores da indústria alimentícia brasileira.
APRESENTADO POR D4U IMMIGRATION
Quase metade dos brasileiros quer sair do Brasil
Segundo a Febraban, 40% dos brasileiros têm interesse em emigrar. Esse desejo vem da busca por mais segurança, qualidade de vida, e da sensação de que, em outro lugar, o esforço pode render mais.
Os EUA são um dos destinos visados, abrigando comunidades brasileiras que constroem carreira, empreendem, estudam e criam filhos em solo americano.
O processo de imigração, porém, exige conhecimentos técnicos, que podem determinar a aprovação ou a recusa. A D4U Immigration te ajuda a identificar as possibilidades para seu perfil, organiza o processo legal e apoia a adaptação no novo país.
Tudo com política de Money Back Guarantee: ou a jornada acontece, ou seu dinheiro é devolvido. Se você se reconhece nessa estatística, este mês tem um empurrão: leitores do the news têm 10% OFF para iniciar o processo com a D4U. Saiba mais aqui.
NEGÓCIOS
O varejo online brasileiro é o novo "quintal" da Ásia

(Imagem: Real Time 1)
A taxa das blusinhas tomou um golpe. Se a ideia da nova tributação era frear o ímpeto das gigantes asiáticas no Brasil, o plano parece ter falhado.
Segundo um novo relatório do BTG Pactual, o e-commerce brasileiro deve saltar para um faturamento de R$ 436 bilhões em 2026, impulsionado por quem não parou de crescer.
A "invasão" estrangeira: Shopee, Shein, Temu e TikTok Shop mostraram que sua vantagem competitiva vai muito além dos impostos baixos.
Shopee: Já fatura mais de R$ 70 bilhões no Brasil.
Shein: Ultrapassou os R$ 15 bilhões.
TikTok Shop: A novata (lançada em maio/25) já vende US$ 1 milhão por dia.
Olhando para o mercado de e-commerce como um todo, o Mercado Livre continua reinando com 39% de participação total, mas a briga agora subiu de nível.
O desafio agora é logística: ganha quem chega primeiro. Enquanto o Meli domina com rede própria, Amazon e Shopee aceleram centros de distribuição pelo país. O xeque-mate ainda é o frete grátis: 48% dos brasileiros abandonam o carrinho se houver taxa de entrega.
Com o e-commerce representando apenas 12% das vendas totais no país, a avenida para crescer é gigante. A diferença é que a disputa será vencida nos detalhes — entre a entrega e o cupom.
TENDÊNCIA
O novo estímulo de performance do Vale do Silício

(Imagem: Wall Street Journal)
O café ficou no passado? Se você entrar hoje em um escritório de tecnologia em Austin ou no Vale do Silício, é provável que encontre geladeiras e máquinas de venda automática abastecidas não com energéticos, mas com sachês de nicotina.
O que antes era um substituto para fumantes virou a “droga de performance” favorita de engenheiros e fundadores de startups.
Empresas de tecnologia começaram a tratar a nicotina como benefício corporativo. A mais simbólica delas é a Palantir Technologies, que instalou máquinas personalizadas de sachês de nicotina em seus escritórios de Washington, D.C.
Diferente do cigarro ou do vape, esses sachês são colocados entre a gengiva e a bochecha. O objetivo declarado por fundadores e engenheiros é o foco extremo.
Embora sejam vistos como uma alternativa "menos prejudicial" para fumantes que querem parar, médicos alertam para o risco de dependência em massa de pessoas que nunca fumaram.
A nicotina aumenta a pressão arterial, eleva o risco de problemas cardíacos e pode causar anedonia (incapacidade de sentir prazer) a longo prazo.
A FDA americana já deu o recado: o fato de a comercialização ser permitida não significa que o produto seja seguro.
Zoom out: O mercado global de sachês de nicotina foi estimado em US$ 5,3 bilhões em 2024, com projeção de alcançar cerca de US$ 25,4 bilhões até 2030.
APRESENTADO POR OPEN ENGLISH
Em voz alta, tente traduzir essa frase para o inglês:
Travou? Tá tudo bem, é comum entender mas travar na hora de falar. Mas não deveria…
Para começar 2026 destravando seu inglês, Open English está com 75% de desconto no curso online completo, por tempo ilimitado.
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ECONOMIA
Saindo de fininho em 3, 2, 1…

(Imagem: Antonio Leal | TCU)
O caso Master virou um daqueles assuntos que ninguém quer segurar no colo por muito tempo — nem mesmo dentro do Tribunal de Contas da União.
Depois das revelações sobre supostas fraudes bancárias e de uma operação coordenada de influenciadores para atacar o Banco Central e a Febraban, ministros do TCU passaram a defender, nos bastidores, que o tribunal se afastasse do caso.
A leitura interna é que o órgão entrou num terreno político minado e acabou transmitindo a imagem de que estaria mais interessado em questionar a liquidação do Master do que em apurar as possíveis fraudes do banco.
O episódio também colocou personagens do tribunal sob os holofotes. Um dos exemplos é o relator Jonathan de Jesus, pouco conhecido até então, mas que ganhou matérias relevantes nos principais jornais do país.
Uma dessas reportagens relata que ele e seu pai enviaram R$ 42 milhões em emendas parlamentares para Roraima, recursos que teriam virado obras inacabadas e asfaltos esburacados.
Abaixando a poeira
Em meio ao ruído, o presidente do TCU, Vital do Rêgo, tentou colocar ordem na casa. Após reunião ontem à tarde com Gabriel Galipolo, ele afirmou que o tribunal vai, sim, inspecionar os documentos que embasaram a liquidação do Master.
Contudo, fez questão de afirmar que o TCU não tem competência para anular a liquidação.
Ao que tudo indica, o tribunal quer acesso às informações para fiscalizar o processo, mas sem cruzar a linha e interferir numa decisão que cabe ao Banco Central. Uma tentativa clara de baixar a temperatura — e sair do centro da crise.
APRESENTADO POR HASHTAG TREINAMENTOS
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PARA NÃO FICAR POR FORA
Trump anuncia tarifa de 25% a todos os países que fizerem negócios com o Irã
Presidente do México diz que Trump não planeja ação militar contra o país
Paramount processa Warner Bros para obter detalhes sobre acordo com Netflix
Fundo da Reag ligado ao Master multiplicou patrimônio em 30 mil vezes em 20 dias
Quase dois mil presos não retornaram às prisões após a saidinha de Natal
Alphabet, dona do Google, atinge US$ 4 trilhões em valor de mercado
OPINIÃO DO LEITOR
Alguns comentários de leitores sobre a edição de ontem:
(Imparcial) “A edições nunca deixam a desejar na imparcialidade. Chega a ser até um alívio. Risos.”
(Esquerda) “Infelizmente vocês estão se voltando para a esquerda. A imparcialidade que existia, está perdendo. Daqui a pouco, não serei mais leitor. Olha que gosto muito do jornal. Também não sou a favor da direita. Sou a favor da política para a melhoria da situação do país.”
(Direita) “Sempre tendenciosa para a Direita. Triste.”
(EXTRA) “Gostei de hoje! Fomos do Irã à urina e do Agro ao Globo de Ouro rs. Valeu, dênius!”
(EXTRA/2) “simplesmente apaixonada pelo the News :) querer ser mais inteligente em 2026 me fez achar o melhor jornal da vida.”
(EXTRA/3) “Lendo os comentários da edição de ontem que vocês colocaram na edição de hoje o Extra/2 falava de um the news físico e eu super apoio. Eu adoraria um jonal físico de vocês, acredito que até adicionariam mais notícias e pra mim é bem melhor porque gosto de iniciar meu dia com alguma leitura e um jornal físico do único jornal que leio/vejo seria maravilhoso para a minha vista e acredito que para a de muitas pessoas. Seria maravilhoso ver vocês diversificando dessa maneira. Mas, sobre a edição de hoje, eu amei, foi maravilhosa!”
Na sua visão, a edição de hoje foi imparcial? |
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