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SUNDAY'S EDITION (01/03)

Bom dia! Quantas coisas se podem construir em 3 meses?
Muita gente espera o dia 1 de janeiro para recomeçar, mas os arquitetos da própria vida dizem que o dia 1 de março é onde o jogo realmente ganha corpo.
Entramos hoje no terceiro mês do ano. É tempo suficiente para tirar um projeto do papel, aprender uma habilidade nova ou transformar completamente sua saúde.
Um excelente domingo e um março de grandes fundações para todos nós.
BIG STORY
‘‘Ele não conseguiu evitar nossa Inteligência e Sistemas de Rastreamento Altamente Sofisticados e, trabalhando junto com Israel, não havia nada que ele, ou outros líderes que foram mortos junto com ele, pudessem fazer.’’
Foi com essas palavras que Donald Trump confirmou o sucesso da Operação Fúria Épica na madrugada deste sábado, 28 de fevereiro de 2026.
O ataque coordenado entre Washington e Tel Aviv não apenas destruiu alvos estratégicos, mas atingiu o coração do regime: o complexo residencial em Teerã, culminando na morte do Aiatolá Ali Khamenei.
Aos 86 anos, Khamenei ocupava o posto de Líder Supremo desde 1989, escolhido pessoalmente pelo fundador da República Islâmica, o Aiatolá Khomeini.
Sua morte encerra um reinado de 37 anos, marcado por uma sobrevivência implacável a sanções e revoltas, mantendo sempre o controle total sobre a Guarda Revolucionária e a Justiça.
![]() Imagens de satélite mostram a destruição no complexo do Líder. (Imagem: Reuters) | Além de Khamenei, ao menos outras sete altas autoridades do regime foram confirmadas como mortas no ataque, incluindo o Ministro da Defesa, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour. |
Mas, antes de entendermos o caos de hoje, precisamos voltar ao início para explicar como esse regime chegou ao poder.
🏛️ Como os Aiatolás tomaram o controle?
Para entender o Irã atual, precisamos voltar a 1979, o ano da Revolução Islâmica.
Antes disso, o país era uma monarquia liderada pelo Xá Mohammad Reza Pahlavi. Era um regime fechado e autoritário, mas aberto ao Ocidente e focado na modernização.
Não havia o controle rígido do clero xiita; as mulheres frequentavam universidades, o cinema florescia e o país era um aliado chave dos EUA.
Tudo mudou quando a insatisfação popular com a corrupção e a desigualdade se uniu ao fervor religioso liderado pelo Aiatolá Khomeini. A monarquia caiu, o Xá fugiu e o Irã se tornou uma República Teocrática.
Desde então, o "Líder Supremo" passou a ser a voz final sobre tudo, implementando leis islâmicas rigorosas e transformando os EUA no "Grande Satã".
Chegamos então a madrugada de sábado…

(Imagem: The White House)
A decisão pela "Operação Fúria Épica" foi o desfecho de um plano estratégico que já estava na mesa de Donald Trump. O interesse americano em uma intervenção direta escalou por três motivos centrais:
(i) Washington exigia o enriquecimento zero de urânio, acreditando que o Irã estava a um passo técnico de construir armas nucleares.
(ii) Os EUA queriam restringir o alcance dos mísseis iranianos, que já ameaçam bases americanas no Oriente Médio e aliados na Europa.
(iii) O objetivo era encerrar o financiamento do regime a grupos armados na região, o que os EUA consideram o principal fator de instabilidade global — como Hamas e Hezbollah.
Para Israel, o interesse na "Operação Fúria Épica" vai além do desarmamento: o governo de Benjamin Netanyahu vê o regime de Teerã como uma ameaça existencial direta.
A estratégia israelense foca na teoria da "cabeça do polvo", defendendo que não basta combater milícias como Hamas e Hezbollah nas fronteiras se o centro financeiro e ideológico que as alimenta continuar intacto.
Enquanto as negociações em Genebra ocorriam na última quinta-feira, os Estados Unidos e Israel já finalizavam os planos da invasão. O Irã sinalizava aceitar limites nucleares em troca do fim das sanções, mas a inteligência aliada concluiu que o regime apenas ganhava tempo.
Com porta-aviões já posicionados no Golfo, Washington tratou a diplomacia como o último aviso antes de um ataque que já estava decidido.
🇮🇷 O que significa a morte de Khamenei para o Irã?
A morte de Khamenei remove o pilar central que sustenta a estrutura do Irã há quase quatro décadas, criando um vácuo que coloca o futuro do país em xeque:
Como ele detinha a palavra final em qualquer decisão estratégica, sua ausência deixa o país sem um representante com autoridade para selar acordos ou cessar-fogos, restando apenas o cenário de guerra total.
O Irã já enfrentava uma economia em frangalhos e forte insatisfação popular. A morte do Líder Supremo pode ser o estopim para que movimentos de oposição tentem derrubar o sistema, gerando um conflito interno violento nas ruas.
Grupos como Hezbollah e Hamas perdem sua liderança centralizadora. Sem o comando de Khamenei, essas milícias podem agir por conta própria, disparando ataques imprevisíveis em toda a região.
Analistas da inteligência americana avaliam que a Guarda Revolucionária deve preencher o vácuo deixado pelo clero. O Irã deixaria de ser uma teocracia para se tornar uma ditadura militar direta, com um perfil de atuação mais agressivo.
O que os embates significam para o resto do mundo?
A morte de Khamenei e a ofensiva aliada dispararam um efeito dominó que vai muito além das fronteiras de Teerã.
Para começar, de imediato após os bombardeios, o regime executou seu protocolo de segurança máxima: o fechamento do Estreito de Ormuz.
A decisão paralisa a rota por onde circula 20% de todo o petróleo global, o que deve gerar uma reação instantânea no preço do barril no mercado internacional. Amanhã, na abertura dos mercados, saberemos ao certo o impacto…

O bloqueio também instaurou um cenário de caos na aviação civil. Devido à instabilidade total no espaço aéreo da região, voos que partiram de São Paulo com destino a Dubai e Doha foram obrigados a retornar no meio do trajeto.
No Brasil, pode chegar na Petrobras, que deve sofrer uma pressão para reajuste de preço da gasolina e do diesel nas bombas.
🇧🇷 Neste cenário, o governo brasileiro se manifestou através do Itamaraty, que emitiu uma nota criticando a escalada de violência e o uso da força como solução para conflitos internacionais.
Além de orientar que brasileiros evitem viajar para 11 países da região, o Ministério das Relações Exteriores reforçou a necessidade de diálogo.
A manifestão do governo Lula reflete uma tradição da diplomacia brasileira — e do próprio presidente — de manter uma relação amistosa com o Irã. Lula sempre defendeu a inclusão de Teerã em fóruns globais e buscou atuar como mediador em crises passadas, evitando o isolamento do país.
🇷🇺 A Rússia classificou a ofensiva coordenada como "imprudente" e uma violação direta do direito internacional, apelando para o retorno imediato de soluções diplomáticas.
🇨🇳 Já a China, que depende do fluxo de petróleo iraniano para sustentar sua economia, monitora o bloqueio com apreensão; Pequim pode usar seu peso econômico para retaliar Washington, transformando o conflito regional em uma crise de proporções globais.
Curiosidade: Como de costume, horas antes do bombardeio, os pedidos de pizza ao redor do Pentágono aumentaram consideravelmente…
Para ir além…
APRESENTADO POR ADAPTA
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SAÚDE
O que você deveria ficar por dentro…
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🇺🇸 Se espalha em taxas não vistas desde os anos 90. Quase 1.000 casos de sarampo confirmados nos EUA nos dois primeiros meses de 2026
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ESPORTE
O negócio de US$ 140 milhões que está engolindo o fitness funcional
Existe um novo "vício" ocupando as arenas ao redor do mundo, e ele não tem nada a ver com bater recordes de maratona ou virar um ginasta olímpico da noite para o dia.
O segredo desse fenômeno, que cresceu 1.081% em cinco anos, é ter transformado movimentos inesperados — como empurrar um trenó ou carregar sacos de areia — em uma competição global de elite.

(Imagem: GQ/Hyrox)
O Hyrox é o nome desse novo "hot take" fitness, que projeta atrair 1,2 milhão de pessoas nesta temporada. O formato é rígido: exatamente 8km de corrida intercalados por 8 estações de treino funcional.
Diferente do CrossFit, que exige técnica de levantamento de peso e ginástica, o Hyrox foca em padrões de movimento naturais, o que reduz a barreira de entrada e o risco de lesões para o atleta amador.
O negócio já movimenta US$ 140 milhões anuais e conta com 5.000 academias afiliadas globalmente. A padronização é o grande ativo da marca: as distâncias e cargas são idênticas em qualquer país, permitindo um ranking mundial unificado.
Com um tempo médio de conclusão de 90 minutos, o esporte se posiciona como a "maratona do fitness", ocupando o espaço entre o treino de força puro e o endurance tradicional.
O impacto cultural é visível digitalmente, com 55 milhões de visualizações em redes sociais como o TikTok.
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Seu 1:1 favorito mudou de nome
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TO EAT

(Imagens: SaboresAjinomoto)
Quer o conforto de uma "comida de vó" com a eficiência de um chef? Esse clássico italiano prova que a sofisticação está na simplicidade de um molho bem apurado e uma massa que derrete na boca.
Ingredientes: 500 g de nhoque de batata (fresco ou pré-cozido), 500 g de carne moída (patinho ou acém), 1 cebola picada, 2 dentes de alho amassados, 1 lata de tomate pelado (ou 400ml de passata), 2 colheres (sopa) de extrato de tomate, azeite, sal, pimenta-do-reino, manjericão fresco e queijo parmesão ralado.
Preparo: Em uma panela, doure a carne no azeite até secar a água. Junte a cebola e o alho e refogue bem. Adicione o extrato e os tomates pelados (esmague-os na panela), tempere com sal e pimenta e deixe cozinhar em fogo baixo por 15 minutos até o molho encorpar. À parte, cozinhe o nhoque em água fervente com sal até subirem à superfície. Escorra, envolva-os delicadamente no molho quente e finalize com manjericão e muito queijo.
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Da padaria da esquina ao duty free
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TO READ & TO WATCH
![]() (Imagem: Amazon) Você já parou para pensar que carrega um milagre tecnológico no bolso, mas o utiliza apenas para rolar o feed? James Kakalios subverte a ideia de que a física é uma abstração de laboratório para mostrar que ela é, na verdade, o sistema operacional da sua realidade. Neste livro, ele utiliza a "física narrativa" para dissecar um dia comum. Da torradeira ao GPS, do sensor de movimento ao funcionamento da "nuvem", Kakalios revela as forças invisíveis e as maravilhas subatômicas que permitem que sua rotina aconteça sem atritos. É uma leitura essencial para quem deseja deixar de ser apenas um espectador passivo da tecnologia e passar a entender as engrenagens do mundo moderno. | ![]() (Imagem; Disney+) Se o poder é a moeda final, o preço de mantê-lo sob os holofotes costuma ser a sanidade — ou a própria vida. Esta série mergulha na anatomia do "casal real" americano, cuja união foi menos um conto de fadas e mais um estudo de caso sobre a pressão insuportável da vigilância pública. A nova série de Ryan Murphy, explora como o carisma político de JFK Jr. e a sofisticação de Carolyn foram devorados pelo mito dos Kennedy. |
RODAPÉ
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