SUNDAY'S EDITION (07/06)

Bom dia! A contagem regressiva começou. Estamos oficialmente na semana da Copa do Mundo e nesta edição de domingo, falamos um pouco de tudo. A vitória de ontem, o protagonismo de Endrick e as collabs entre marcas icônicas e seleções.

Além disso, no dia da Parada LGBT+ de São Paulo, damos destaque no mercado corporativo. Entenda por que as marcas — que antes disputavam espaço no mês do Orgulho — agora estão recalculando a rota e preferindo a neutralidade para evitar boicotes. Boa leitura!

RECADO DO ESTAGI

Hoje, você pode mandar no the news 🫵

Todo dia, o the news te deixa mais inteligente em 5 minutos. Agora, nada mais justo do que você dar um help para o estagi e compartilhar um pouquinho de como tem sido a sua experiência com os anúncios que aparecem por aqui.

É rapidinho, e você pode responder enquanto toma o seu café sem açúcar. 👉 Responda aqui e ajude o estagi a bater a meta antes da próxima reunião.

BIG STORY

O novo cálculo do Pride Marketing 🏳️‍🌈

Houve um tempo em que o mês de junho era sinônimo de uma corrida das marcas para ver quem estampava mais cores em suas campanhas e logotipos.

Apoiar as pautas LGBT+ era visto pelo setor corporativo como um caminho direto e sem atritos para se conectar com o público jovem e antenado. Hoje, o cenário mudou de tom…

Em vez de um apoio automático, o mercado entrou numa fase de recálculo analítico. Uma pesquisa recente com o mercado corporativo americano mostrou que 39% das grandes marcas planejavam reduzir a verba ou adotar um posicionamento mais discreto durante o mês do Orgulho.

(Imagem: Raphael Rivest | Shutterstock)

Esse movimento já afetou os grandes eventos. Paradas em cidades famosas, como Nova York e Orlando, fizeram os patrocinadores tradicionais darem um passo para trás.

De acordo com analistas do setor, a mudança é motivada pelo gerenciamento de risco de imagem. Com o ambiente digital polarizado, os departamentos de marketing passaram a calcular o impacto de boicotes e pressões vindas de diferentes grupos de consumidores.

Na dúvida sobre como navegar entre públicos divergentes, muitas empresas optam pela ausência no tema para evitar ruídos na comunicação.

Isso pode ter a ver com o termo "woke" que você vê por aí

O debate em torno do termo “woke” — frequentemente utilizado para categorizar iniciativas corporativas focadas em pautas sociais, de gênero e etnia — ganhou contornos estritamente econômicos e regulatórios nos últimos anos.

Se 10 anos atrás, as marcas disputavam os melhores espaços nas celebrações, o cenário atual parece menos acirrado. Dois pontos explicam essa mudança:

👉 Campanhas que tentam agradar a todos os públicos simultaneamente têm gerado reações adversas e pressão digitais. Em minutos, um post pode virar alvo de boicote e afetar as vendas e o valor de mercado da empresa.

  • Lembra da campanha da Jaguar em 2024? A empresa tentou emplacar um rebranding, lançando uma campanha global colorida e futurista, com foco na diversidade. Com efeito contrário, viu parte de seus clientes mais tradicionais acusarem a marca de cair na “agenda woke”.

👉 Nos EUA, agências reguladoras e governamentais passaram a monitorar mais de perto os programas de diversidade das companhias, deixando os executivos com medo de questionamentos jurídicos.

Ao que parece, as marcas não deixam de apoiar a diversidade internamente, mas preferem adotar o silêncio comercial da porta para fora. Continuam com políticas de inclusão, mas evitam holofotes para não atrair polêmica.

E como fica o Brasil nessa história?

Como o mercado brasileiro costuma funcionar como um espelho das tendências globais, os efeitos desse rearranjo global já chegaram por aqui.

A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo — historicamente, a maior do mundo — sentiu o reflexo direto desse freio corporativo. Para a edição deste domingo, o evento registrou uma queda no número de marcas apoiadoras oficiais em comparação com os anos anteriores.

  • 2022: 15 marcas parceiras

  • 2023: 16 marcas parceiras (+1)

  • 2024: 14 marcas parceiras (-2)

  • 2025: 11 marcas parceiras (-3)

  • 2026: 9 marcas parceiras (-2)

(Imagem: Jose Cordeiro | Cidade de São Paulo)

O recuo das marcas contrasta fortemente com o impacto econômico do evento. No ano passado, o circuito da Parada injetou mais de R$ 548 milhões na economia da capital paulista, movimentando hotéis, restaurantes e transportes.

Para contornar o orçamento mais apertado e garantir a festa na Avenida Paulista, a organização contou com o apoio direto da classe artística. Nomes populares do cenário pop nacional abriram mão de seus cachês tradicionais para se apresentarem de graça nos trios.

Enquanto a prefeitura de São Paulo mantém o suporte voltado estritamente para a infraestrutura pública, a expectativa é que cerca de 2 milhões de pessoas passem pelo coração da cidade.

💡 Curiosidade: Você sabe por que o mês do Orgulho é comemorado exatamente em junho? Tudo começou na madrugada de 28 de junho de 1969, em Nova York, após uma batida policial no bar Stonewall Inn. A reação dos frequentadores contra a violência policial deu origem a uma série de protestos que se tornaram o marco inicial do movimento moderno pelos direitos LGBT+.

MANCHETES DO DIA

Brasil brilha no futebol e no tênis ⚽️🎾 

(Imagem: Rafael Ribeiro | CBF)

(Imagem: Roland Garros | Reprodução)

Estrela. Endrick foi o nome da vitória da Seleção Brasileira contra o Egito, no último jogo do Brasil antes da Copa. Entrando no decorrer da partida, o jovem atacante garantiu o gol da vitória por 2×1. A seleção estreia no próximo sábado, às 19h, contra o Marrocos. Para ficar por dentro de tudo sobre a Copa do Mundo, clique aqui.

Mais um jovem. O goiano Luis Guto Miguel, de apenas 17 anos, fez história ao se tornar o primeiro brasileiro a conquistar o título juvenil de Roland Garros. Na grande final em Paris, Gutão confirmou seu favoritismo absoluto e agora virou o número #1 do mundo do ranking juvenil.

Alerta no campo. A União Europeia oficializou a decisão de vetar a importação de carne bovina vinda do Brasil a partir de setembro. Formalmente, a medida está atrelada às exigências da nova lei antidesmatamento do bloco europeu.

Papa "popstar". Durante um encontro de jovens, o Papa Leão XIV surpreendeu o público ao se comparar ao cantor Bad Bunny para explicar como sua imagem viraliza no mundo digital. O pontífice aproveitou o momento para fazer um alerta, pedindo que tomem cuidado com as ilusões do mundo virtual: "As redes sociais enganam, busquem a verdade".

Oportunidade gigante. A Índia anunciou um plano para multiplicar por quatro a mistura de etanol na gasolina comercializada no país. A medida visa reduzir a dependência de combustíveis fósseis e deve impulsionar fortemente a demanda global por álcool e açúcar produzidos no Brasil.

Mais uma trégua. O Irã respondeu a uma nova ofensiva americana disparando vários mísseis contra o Bahrein e o Kuwait. Teerã classificou o bombardeio recente dos EUA contra suas instalações como uma "agressão militar" e uma clara violação do cessar-fogo.

Virada de respeito. Diante de um público recorde de mais de 31 mil torcedores no Orlando Stadium, a Seleção Brasileira Feminina de Futebol venceu os Estados Unidos de virada por 2 a 1. Os gols brasileiros foram marcados por Ary Borges e Gabi Portilho.

Prodígio nas pistas. No treino classificatório para o GP de Mônaco, o jovem Kimi Antonelli brilhou nas ruas de Monte Carlo, superou Max Verstappen e garantiu a pole position. O holandês larga em segundo, seguido por George Russell em terceiro. O brasileiro Gabriel Bortoleto bateu e largará em 16º no grid.

APRESENTADO POR ARQ

Você acertaria um pênalti contra o Dida?

Nos dias 9 e 10 de junho, o goleiro que venceu a Copa de 2002 vai estar em São Paulo, e qualquer pessoa pode cobrar pênalti contra ele. Quem finalizar o desafio, ganha prêmio.

A ideia é simples. O ARQ trouxe ele de volta para demonstrar na prática que converter reais em dólar no banco tradicional é tão difícil quanto converter um pênalti contra uma lenda da seleção.

Taxas escondidas, spread, IOF: cada custo vira um obstáculo entre você e seu dinheiro. E agora, com o ARQ, seu chute passa por cima de tudo isso.

  • Com narração de Milton Leite, o evento é aberto ao público, sem inscrição prévia. O único requisito: ter conta ativa no ARQ com R$ 50 de saldo mínimo.

⚽ Anota aí: São Paulo, 9 e 10 de junho, Praça da Baleia — Faria Lima. 👉 Baixe o Arq e pegue sua vaga.

TO CLICK

O match perfeito na Copa

Já faz tempo que o futebol deixou de ser somente um esporte e passou a ser uma vitrine de expressão. Na Copa do Mundo deste ano não seria diferente… Só que, desta vez, quem estará com as seleções são marcas de prestígio.

O que chama atenção nessa edição não é só o volume de collabs, mas a diversidade dos universos convocados. De maisons centenárias ao skate, passando pela alfaiataria italiana e pelo streetwear francês.

Uma voltinha por algumas collabs

🇪🇸 A Espanha chega para a Copa vestida pela marca mais icônica do seu país. A Loewe fechou uma parceria de quatro anos com as seleções espanholas masculina e feminina, assumindo o guarda-roupa completo de fora de campo.

🇫🇷 Para a Le Blues, a Jacquemus anunciou uma colaboração com a Federação Francesa de Futebol e a Nike, criando uma coleção que inclui camisa de jogo, tênis e moletons — com a peça principal sendo a camisa que usam antes das partidas, nas cores da bandeira.

Em ordem: Espanha, França, EUA, Argentina e Fifa (Imagens: Divulgação)

🇺🇸 O país-sede também fez a sua escolha de prestígio. A Hugo Boss foi nomeada fornecedora oficial de formalwear da seleção masculina americana, e vai vestir jogadores e comissão técnica em aparições oficiais, e viagens durante a Copa.

🇦🇷 Enquanto as outras seleções foram para o lado do luxo e da alfaiataria, a Argentina foi para a rua. A Adidas uniu a Federação Argentina de Futebol e a Thrasher em uma uma coleção de nove peças entre vestuário e calçados.

⚽ Enquanto as seleções cuidavam do seu estilo, a própria FIFA tratou de cuidar do dela. A Boggi Milano foi nomeada fornecedora oficial de formalwear da Copa do Mundo 2026 e da Copa do Mundo Feminina 2027.

APRESENTADO POR ESPN NO DISNEY+

Dos jogadores convocados pra Copa, quem já jogou na série B?

Muitos jogadores começaram longe dos holofotes e cresceram na carreira até chegarem à Copa do Mundo de 2026. E esses são alguns nomes que já passaram pela Série B do Brasileirão. 👇

Gabriel Magalhães defendeu o Avaí na Série B de 2016.

Léo Pereira jogou pelo Náutico em 2016.

Danilo começou no América Mineiro, onde disputou a Série B em 2010.

Weverton passou por Remo e Portuguesa.

Enquanto esses jogadores vão em busca do hexa, a bola continua rolando na 2ª divisão, e você pode acompanhar na ESPN, pelo plano premium do Disney+. Confira aqui.

TO EAT

(Imagem: de.gozney)

É domingo e você não quer comer prato, nem pedir delivery? Essa pizza caseira pode ser sua salvação.

Ingredientes: Massa de pizza de sua preferência, 2 a 3 tomates maduros (em rodelas), 150g de muçarela de búfala fresca, folhas de manjericão fresco, azeite de oliva extravirgem, sal e pimenta-do-reino a gosto.

Preparo: Abra a massa da pizza e comece distribuindo as rodelas de tomate e os pedaços de muçarela de búfala por toda a superfície. Tempere com uma pitada de sal e pimenta-do-reino. Leve ao forno bem alto (de preferência em um forno de pizza ou na temperatura máxima do seu forno convencional sobre uma pedra quente) por alguns minutos até a massa dourar e o queijo derreter. Finalize assim que sair do forno com as folhas de manjericão fresco e um fio generoso de azeite de oliva.

🍕 Dica de chef: Deixe para colocar o manjericão logo após tirar a pizza do forno. O calor residual é suficiente para liberar o aroma das folhas sem queimá-las ou deixá-las pretas.

TO WATCH & TO READ

(Imagem: Hulu)

Novidade da semana, essa série acompanha cinco jovens de vinte e poucos anos obcecados pelo trabalho, que lutam pelo sucesso profissional, enquanto sobrevivem à cidade de Nova York. É um retrato daquele começo de carreira na cidade grande, onde a vida pessoal vira sempre a última prioridade da agenda.

(Imagem: Amazon)

A armadura que você usa para se proteger do mundo pode acabar te isolando dele. Este livro acompanha um cavaleiro que, de tanto focar em ser o guerreiro perfeito e cumprir obrigações, percebe que sua armadura ficou presa ao corpo e ele já não consegue tirá-la. Para se reconectar com a família e com a própria identidade, ele precisa encarar uma jornada para entender suas fraquezas e baixar a guarda.

MENSAGEM DO TIME

É seis&seis… mas não vai ser no dia 06/06?

Sim. Parece estranho. risos.

O nome seis&seis existe porque, todos os dias, às 06:06 da manhã, o the news chega na inbox de milhares de pessoas.

Ano passado, decidimos fazer o evento no dia 06/06. O branding veio pronto. 😎

Só que, neste ano, o calendário sabotou a operação, o 06/06 cai no meio desse grande feriado. Resultado: o seis&seis vai acontecer no dia 20.08.

  • Serão +40 palestrantes, 12 horas de conteúdo e algumas das pessoas mais interessantes do mercado em um único lugar.

As vendas estão temporariamente fechadas, mas você já pode entrar na lista de espera para receber o primeiro lote com a melhor condição.

Porque, se no ano passado já teve gente ficando sem ingresso… melhor não dar mole esse ano.

RODAPÉ
SUNDAY'S (the news)

A edição de domingo do seu jornal favorito. Nunca seja chato ou desinteressante — ainda mais no almoço de família. Com essa leitura, você terá sempre algo a acrescentar no almoço de logo mais.

  • Sentiu falta do termômetro? É proposital. Domingo vai ser sempre diferente dos dias comuns da semana.

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bom domingo e até amanhã!